9.º anos e PIEF nos Paços do Duque e Centro Ciência Viva

No passado dia 29 de fevereiro, as turmas do 9.º ano e do PIEF, viajaram rumo a Guimarães, para…
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No passado dia 29 de fevereiro, as turmas do 9.º ano e do PIEF, viajaram rumo a Guimarães, para visitar o Paço dos Duques de Bragança e o Centro de Ciência Viva.
O Centro Ciência Viva de Guimarães é um espaço interativo de divulgação científica e tecnológica que funciona como plataforma do conhecimento e que ocupa o antigo edifício da Antiga Fábrica de Curtumes Âncora. Aqui os alunos puderam visitar a exposição permanente, composta por 17 módulos interativos que abrangem várias áreas do conhecimento – Eletrónica e Instrumentação, Robótica, Reciclagem, História ou Comunicações. O Centro Ciência Viva de Guimarães promove a cultura científica e tecnológica, designadamente ao nível da educação e fomenta a motivação para a aprendizagem científica que decorre no contacto precoce com conhecimento científico, seus agentes e processos.
O Paço dos Duques de Bragança, uma majestosa casa senhorial do século XV, mandada edificar por D. Afonso – futuro Duque de Bragança, filho bastardo do Rei D. João I. Um palácio de vastas dimensões, com características arquitetónicas de casa fortificada, coberturas de fortes vertentes e inúmeras chaminés cilíndricas que denotam a influência da arquitetura senhorial da Europa Setentrional, tratando-se de um exemplar único na Península Ibérica. Após um longo período de abandono e ruína, em 1959 é transformado em Museu cujo espólio é datado dos séculos XVII e XVIII. Das coleções existentes destaca-se pelo seu valioso contributo para a história dos Descobrimentos Portugueses, o conjunto das quatro cópias das tapeçarias de Pastrana cujo desenho é atribuído ao pintor Nuno Gonçalves (séc. XV), que narram alguns dos passos das conquistas do norte de África, nomeadamente Arzila e Tânger. Os originais foram mandados executar em Tournai, no século XV pelo rei português D. Afonso V encontrando-se hoje em Espanha. Encontramos ainda o núcleo de tapeçarias flamengas, nomeadamente as que foram executadas segundo cartões de Pieter Paul Rubens, cujos temas são episódios da vida de um Cônsul Romano. Faz ainda parte do espólio do Museu a mostra de mobiliário português do período pós-descobertas, de que merece especial destaque o conjunto de contadores, desde os indo-portugueses, aos hispano-árabes de estilo mudéjar, aos belos bargeños espanhóis. A ornamentar o mobiliário temos uma grande coleção de porcelanas da Companhia das Índias, e faianças portuguesas das principais fábricas da época: Prado, Viana, Rocha Soares e Rato. Numa das salas encontram-se expostas algumas das armas que foram reunidas pelo segundo Visconde de Pindela, e mais tarde adquiridas pelo estado Português, cuja coleção compreende vários exemplares de armas brancas, de fogo e elementos de armaduras dos séculos XV a XIX. O edifício está classificado como Monumento Nacional.
As atividades decorreram num bom clima de aprendizagem e conhecimento, valendo igualmente o momento de convívio entre professores e alunos.

Os Professores, Emília Fonseca e Francisco Magalhães; Carlos Oliveira; Simão Pedro; Anabela Ribeiro; Anabela Soares Ribeiro; Ana Lázaro, Maria Salomé Pereira e Fátima Cardoso

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